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Russos e Americanos, uma nova guerra fria? Uma informação interessante.

 

   A Rússia mantém atualmente um projeto ambicioso de estabelecer bases em vários locais do planeta. O presidente Vladimir Putin mantém intensas negociações com os governos de antigos aliados da URSS visando estabelecer bases navais em Cuba e no Vietnã.


    Os planos russos para a expansão militar no exterior ameaçam ainda mais prejudicar as relações com os Estados Unidos num momento em que os rivais antiga superpotência estão em desacordo sobre escudo antimísseis americano. O Governo de Putin planeja aplicar 712 bilhões de dólares nesta década em gastos de defesa.   Os russos não deram mais detalhes, somente informaram que as bases serão de manutenção e abastecimento.   

     Essas ações tem de ser observados com atenção por todos os cidadãos, temos de analisar os passos de grande países como Rússia, China e EUA com cuidado redobrado, as pretensões de Vladimir Putin indicam que pode ter dado os primeiros passos para a consecução dos planos de um de seus mentores intelectuais, Alexander Dugin.     

     Dugin se tornou internacionalmente conhecido por conta de sua teoria da guerra dos continentes, para ele existem no mundo duas potências principais, uma prioritariamente com forças terrestres e outra onde predominam as forças marítimas.

    As potências do mar, segundo Dugin, utilizam como modelo de domínio o comércio, o estabelecimento de colônias e numa fase mais posterior o “mercado-capitalista-mercantil” como é o caso do Império Britânico e de outras nações européias que se aventuraram além-mar, é um modelo também chamado de imperialista. Nas civilizações marítimas predominam os interesses materiais e o liberalismo econômico aliados ao individualismo exacerbado. Concretiza-se aí o primado do econômico sobre o político. Do outro lado, as potências terrestres se estabelecem sob uma estrutura autoritária, com um Estado mais forte e presente, mais guerreiro que comercial em que o interesse individual cede ao desígnio do todo. Aqui o político impera sobre o econômico. Temos como exemplos Roma, o Império Austro-Húngaro, Alemanha e claro, o Império Russo.

     Dugin alega que é muito difícil que não ocorra um combate entre essas duas grandes forças e nações aliadas a cada uma delas. O estabelecimento de bases militares russas em pontos tão avançados como Cuba é um passo interessante no jogo do poder.

    Leve-se em conta também questões políticas locais, como a afinidade do governo do Brasil e Venezuela com o governo castrista de Cuba. 

       Coronel Lucas Jorligeiro Bragança*. Especialista em Geopolitica. Escreve para: Revista SociedadeMilitar.com

Dados de http://www.sfgate.com e http://www.washingtonpost.com  Fonte: http://sociedademilitar.com

*Pseudônimo.

 

 

 

 

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